Agradecimento(s)

Opa! Tudo certinho?

Bom, aqui é o Matheus, o diretor do “Apenas o fim”.

Tô aqui pra agradecer a todos aqueles que apoiaram tanto o filme. Militantes, amigos, parceiros, todos vocês que ajudaram a divulgar meu modesto projeto e a transformá-lo em tudo que ele é hoje.

Queria dizer que eu espero sinceramente que vocês gostem da Scarlett Johansson, pois, depois disso tudo, vocês dividem com ela o domínio de meu bom e velho coração míope. (Espero também que vocês ainda gostem de mim após essa imensa cafonice)

Até a próxima!

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Mãe: porque a gente só tem uma mesmo!

Mãe é um ser complicado, né?

A minha, por exemplo, me educou muito bem, sou um rapaz bem educadinho, que sabe conversar com adultos… Não falo de boca cheia e, quando acabo de comer nunca digo “tô cheio”. Sempre digo “estou satisfeito”.

Lembro-me da última vez que falei “tô cheio” na minha vida. Foi em Janeiro de 1999, na casa de meu tio Cléber. Tia Marília me ofereceu mais um pedaço de bisteca, respondi que estava “cheio” e mamãe prontamente me corrigiu: “cheio não, satisfeito”.

Meu trauma é tanto que nunca consegui mais nem escrever “cheio” sem aspas.

Ai ai, 1999. Um bom ano. Tudo que eu queria era zerar Final Fantasy 9 e ouvir Capital Inicial. Mas, ainda bem que a gente cresce, né?

Minha mãe surgiu ontem com um presente de dia dos namorados para a minha namorada. Dizem que as corujas têm uma visão aguçada. Isso deve prejudicar o tato.

A parte boa é que o presente envolve chocolates. Logo, se minha namorada me largar amanhã, eu posso comer ou dar para o meu próximo affair. Ainda bem que minha mãe não se liga muito nos gostos das pessoas quando vai presenteá-las.

Presentes de Natal que já recebi de minha queria progenitora:

– Uma prancha de surf marrom com o desenho de uma havaiana.
– Uma cueca preta com manchas pichadas de prateado, com um buldogue desenhado ao centro.
– Um aparelho de fazer abdominal.

É, essa vida é muito complicada.

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Aiai

A Vitória Frate me mandou um conselho… aiai…

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Até que não é uma má ideia…

Gente, recebi esse conselho… nada como a sabedoria dos comediantes!

Que que vocês acham?

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140 caracteres e um Conselho Fantástico!

Este post tem o tamanho dum post de twitter. Mas tem um vídeo também. E ainda sobraram 22 caracteres. Valeu pelos conselhos! Saudades dela..

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Cuidado com sua Toalha

Dia do Orgulho Nerd?
Coisa engraçada, né? Ontem, dia 25 de Maio, seria o dia do Orgulho Nerd.
Vocês viram a matéria no Fantástico? Acharam que foi um bom retrato dos nerds atuais?
Acho que é o primeiro ano que ouço sobre essa comemoração.
25 de Maio sempre foi, pra mim, o Dia da Toalha. Já ouviram falar disso?
Trata-se de uma homenagem a Douglas Adams, autor da série “Guia do Mochileiro das Galáxias”.
No livro, é dito que todo mochileiro interestelar deve levar com ele uma toalha para todos os lugares.
Lá está escrito:

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“A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;

Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas do rio Moth;

Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);

Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;

E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc.

Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.”

(Tradução: Blog Clarices / Copiada e colada por mim do site Jovem Nerd, que também fez um post sobre o assunto)

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Por isso, nunca ache que aquela toalha bordada com o seu nome que sua avó te deu no Natal é um mal presente…

Mas, no momento… Estou chateado com as toalhas.

Ontem eu deixei uma toalha molhada na cama da minha namorada depois que eu saí do banho na casa dela (sim, a gente “conversou”… um pouco…).

E anteontem, quando ela veio dormir aqui em casa, eu, por estar com a cabeça cheia de coisas por causa de uma prova que farei na semana que vem, joguei uma toalha em cima dela, sem o menor carinho, quando ela me pediu uma para tomar um banho.

Ela ficou estranha e chateada depois. E eu, arrependido.
Queria muito que ela me desculpasse. Não foi por mal, é que eu tô ficando maluco mesmo. E maluco por causa dela, pelo medo das coisas não darem mais certo, de terminar.
Mas eu queria também que ela soubesse que, se o mundo fosse um mochileiro interestelar, e os casais dentro dele fossem toalhas… Nós seríamos a toalha do Arthur Dent.

Meu conselho de hoje para vocês é (aliás, muito obrigado pelos conselhos até agora):
Cuidado com o que fazem com suas toalhas.

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MARLENE, Tia

Cara, como assim vocês estão duvidando da minha Tia Marlene? Logo dela? Tia Marlene é o oráculo da família.

Resuminho de sua vida:
Mãe de três filhos.

César, de 26 anos, formado em administração, o neto favorito de Dona Lúcia (vó-de-nós-todos), filho favorito de Tia Marlene e Tio Carlos, aluno favorito de 9 entre 10 professores de seus ex-colégios e universidades, executivo favorito de seu chefe e pessoa favorita de pessoas em geral;

Marina, de 18 anos, “frequentadora de inferninhos”, no linguajar de meu pai, “frequentadora de bordéis” no linguajar de meu avô e “frequentadora assídua da geladeira lá de casa toda vez que nos visita”, segundo eu mesmo. Ela é meio que pseudo-pós-alternativa-pré-pop-cult-punk-auê-savá.

E Tina, de 2 anos, um bebê que chora.

É casada com Tio Carlos, médico dermatologista que discordava de que meu problema com espinhas na sexta série era grave, enquanto meus colegas de classe me apelidavam de “Dragão de Komodo”.

Hoje em dia é aposentada, antes era dona-de-casa. É que ela desaprendeu a cozinhar. Só sabe fazer estrogonofe. De frango.

E apoiou muito a candidatura do Obama. Achava ele charmoso e bem apessoado.

Bom, essa é Tia Marlene.

Agora, vocês devem estar se perguntando, “e a sua namorada, Tom? o que aconteceu?”

Pois é. Ela me chamou pra “conversar”. Tô com medo. E estou evitando o nosso encontro o máximo possível.

O lado bom é que não param de chegar vídeos bacanas.
O de hoje é bem interessante…

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